Poema Manifesto Simbolista do Mestre Francés Paul Verlaine. . .
17 Dez 2008 
Art Poétique (Fragment) 

De la musique avante tout chose,
Et pour cela préfère l’impar,
Plus vague et plus cher soluble dans l’air,
Sans rien en fui que pèse ou qui pose.


Arte Poética (Fragmento) 

A musica antes de qualquer coisa,
E para isso prefere o ímpar,
Mais vago e mais solúvel no ar,
Sem nada nele que pese ou que pouse.

(Paul Verlaine. Apud Carlier, Marie-Caroline, Parnasse et symbolisme. Paris, Hatier, 1986, pag. 32-3.)

   
Admin · 296 vistos · Deixe um comentário
O que foi O Simbolismo - Definição da Escola Literária de Precedência Francesa
17 Dez 2008 
O SIMBOLISMO

"Como pregava o poeta simbolista francés Stéphane Mallarmé, não se devia dar nome ao objeto, nem mostrá-lo diretamente, mas sugerí-lo, evocá-lo pouco a pouco, processo encantatório e mágico que caracteriza o símbolo."


Admin · 3198 vistos · 2 comentários
Poesia extraída do projeto do meu livro neosimbolista "Giros, Ventos e Versons"
17 Dez 2008 
ABSTRAÇÃO  

Tentam solidificar o abstrato,
Mas para este solitário não há trato,
Que relative a cada o retrato. 

Relação, relato contraditório
A fim de encontrar o relatório
Do espírito escrito às tintas, 

Pintas contrárias, traidoras,
Escondidas dores, rancores,
Alastram-se, retratam-se, incolores. 

Atinge Amor! Ah tinge! 

Luiz Rosa JR.
 
 
Admin · 140 vistos · Deixe um comentário
Poesia extraída do projeto do meu livro neosimbolista "Giros, Ventos e Versons"
17 Dez 2008 

FADAS E A NOITE ILUMINADA  

Vezes a gente precisa daquela pureza antiga,
De ouvir fadas cantando e voando e girando
Pelos ares do tédio e da solidão amiga, 

Voem minhas fadas. . .
Voem, ecoem minhas amadas
E me façam esquecer de meu fado que é desencanto, 

Encantem-me, cantem a noite estrelada e mágica,
O céu se abri com os vaga-lumes a rodopiar ao ar
De libertação e inconformação nostálgica. 

Voem, se preocupar
Não vale a pena, não agora com tão belo entoar
Em noite tão luminosa e recém chegada essa sem par.

Luiz Rosa JR.
 
 
Admin · 253 vistos · 4 comentários
Poesia extraída do projeto do meu livro neosimbolista "Giros, Ventos e Versons"
17 Dez 2008 

A CHOVER

Vozes confusas, ventos sem direção,

E os ecos a se evolar, evolar.  .  .

Questionamentos sobre tudo vãos ou não,

Não param redentos de entoar.  .  .

 

Sinto no ar uma pureza antiga

Quase perdida num eco num corredor

Distante querendo aproximar-se a pôr

Em mim de novo impulsos de partida.

 

Onde vou tão humano?

A voz reflete em mim dolente

Como um órgão soberano

 

E imponente que tem cordas em mim,

Como todo humano perco-me derrepente

Nos jardins da vida com tantos frutos

 

E ervas daninhas, mesmo assim

Soa a voz, soa a volver-me o choro

Num resgate muito curto

 

Do tempo em que m’importava

O cheiro da terra a umedecer e o coro

Das arvores chiando não querer envelhecer

 

E perder seu verdor.  .  .


Luiz Rosa JR.
 

Admin · 316 vistos · 6 comentários

1, 2, 3, 4, 5  Próxima página

Calendário

Janeiro 2012
DomSegTerQuaQuiSexSab
 << < > >>
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031    

Anúncio

Quem está conectado?

Membro: 0
Visitante: 1

rss Sindicação

Arquivos